CLASH2022 com @abissorvetepode

Que honra o IFDrs participar como parceiro desse evento!

Primeiramente parabenizamos a ABIS, aos palestrantes, patrocinadores e demais parceiros institucionais foi uma jornada incrível participar de uma temática central, o sorvete, que possibilitou a troca de conhecimento e aprendizagem com profissionais, com uma diversidade de outros temas relacionados. Dentre eles a sustentabilidade (foco para embalagens), tendências, inovações, legislações (nova rotulagem) e os desafios apresentados pelo novo consumidor e mercado e as tecnologias associadas para possibilitar essa realidade.

Seguem alguns highlights do evento:

A mesa de abertura contou com a participação de vários profissionais, dentre eles Eduardo Weisberg, Presidente da ABIS. Os convidados contextualizaram o tema central do evento, sorvete: da nutrição à solução e destacaram a sua importância frente aos cenários econômicos e pós-pandêmico que o Brasil e o mundo se encontram.

O painel 1 teve como tema central: o cenário pós-pandemia.

Marina Pereira, da GS1 Brasil, palestrou sobre: “Cenários econômicos nacional e internacional e as interferências dos mesmos no nosso mercado”, destacamos o cenário nacional da automação, que foram levantados 3 objetivos que levam a esse processo: o gerenciamento das operações e pedidos, coleta de informações e conhecimento do consumidor. Possibilitando aplicações diferentes para varejo e indústria, tendo como ponto em comum o relacionamento com o cliente, em que o consumidor está cada vez mais conectado e consumo por delivery é expressivo, com uso de aplicativos, o que levou a um salto de 33% para 66%, de 2018 para 2021 respectivamente.

Simone Galante, Fundadora e CEO da Galunion, contemplou as “Tendências do Novo Consumidor”, com destaque para 5 tendências:

– Q- Commerce: contempla novas formas de comprar e vender, em que o delivery por aplicativo comanda, considerando o impacto do tempo de entrega, no qual 80% dos consumidores indica o aumento de frequência de pedidos se a entrega for abaixo de 25 minutos. Além da importância de a empresa estar presente em múltiplos canais como: iFood, Rappi, WhatsApp e um próprio se a empresa tiver. Somado a isso, estar presente em canais digitais, com audiência que dá potência, como no SP Gastronomica. Como ocorre com várias gelaterias de São Paulo.

– Negócios com foco em ESG para Foodservice: em uma pesquisa realizada pela Galunion, em fevereiro de 2022,  sobre quais os temas que os consumidores acreditam que bares e restaurantes devem ter um posicionamento claro, os quatro temas mais levantados foram: sustentabilidade, transparência, combate à fome  pobreza e gestão de resíduos. Como exemplo, Albero del Gelato Brasil, possui embalagens comestíveis, compostáveis, insumos agroecológicos e composteira.

– Indulgência permissiva: essa tendência combina o sabor com a alimentação saudável, tais como: superalimentos, ingredientes funcionais, porções reduzidas, menos calorias, alimentos “reais. Como exemplo, Corpfit Gelato, que possui produtos elaborados com ingredientes naturais, sem conservantes, sem açúcas, sem glúten. Saborosos gelatos e com diversidades de sabores.

– Food adventuring: o tendência de consumo por diversão. Como exemplo, Mini Orbe, sorveteria que utiliza a tecnologia de nitrogênio líquido para elaboração de sorvetes, que ficam com o formato de bolinhas. Outro exemplo, é a sorveteria Coreana, em que tem embalagens personalizadas com carinhas e produtos diferentes, como o matcha.

– Valorização das equipes: foco em treinamento e atendimento personalizado ao cliente. Como exemplo: Quiosque Bacio di Latte, em que os pedidos são realizados e pagos em totem, com opção de fazer no caixa.

Gustavo Vanucci, Sócio fundador da Vanucci Inteligência de Mercado, apresentou as “Estratégias para o mercado de sorvetes no varejo para a chegada da Geração Z”. A geração Z, são as que nasceram no ambiente completamente digital, entre o fim da década de 1990 e 2010.

Consumer insights da Geração Z…

– Canal de comunicação: celular e troca de mensagens, 98% possuem smartphones.

– Se expressam: nas redes sociais. Compartilham momentos e status (produto instagramável) Como exemplo, compraria um sorvete apenas para compartilhar uma foto na mídia social. Sorveterias estimulam essa ação, como o caso da Odd Fellows, fez uma campanha nas redes sociais com premiação para as melhores fotos com maior número de curtidas.

– O que é valor: possuem senso de responsabilidade social e meio ambiente. Como exemplo, a sorveteria Molly moon´s, em que 90% dos ingredientes são do noroeste dos EUA (Pacífico), adquirindo direto de fazendeiros da comunidade.

– Foco: informação. 81% da geração Z está preocupada com privacidade de dados (LGPD). São consumidores críticos e exigentes com maiores expectativas de autenticidade, transparência e responsabilidade na escolha de ingredientes.

– Engajamento: querem participar e se sentir úteis. Querem ser parceiros na jornada, não apenas consumidores.

João Neves, Diretor Comercial da FIPAN, abordou sobre um novo mercado a ser explorado, em que tem-se uma parceria da ABIS com o setor de panificação com o intuito de aumentar o consumo de sorvete nas padarias, por isso nessa edição da FIPAN terá uma estande com oficinas temáticas do CLASH 2022 com temas super interessantes relacionados com sorvetes.

Continue acompanhando sobre os outros temas do Clash nos próximos posts.

Autor: Mayara Athayde, Gerente de Relacionamento IFDrs

#CLASH2022 #ABIS #IFDrs #ParceiroInstitucional

IRSFD – Dia Mundial do Café – Categorias de Café

O café é uma bebida apreciada não só no Brasil como no mundo. O consumo em 2020 no nosso país foi cerca de  826 xícaras, em torno de duas xícaras por dia conforme a Euromonitor Internacional,  o equivalente ao consumo per capita de 4,79kg de café torrado por habitante por ano.

Como consumir um sorvete seguro e de qualidade?

O sorvete refresca nosso verão e não é de hoje! Os chineses já utilizavam uma mistura de neve com suco de frutas e mel há 3 mil anos. No século 16, tornou-se popular na realeza francesa, e mais tarde, com adição de nata, tornou-se parecida com a sobremesa que conhecemos atualmente. Mas, é comum do nosso hábito chamar tudo que é gelado e cremoso de sorvete, mas perante a lei temos outras definições distintas desse senso comum.

A importância da Meliponicultura para a sustentabilidade

Segundo a EMBRAPA essas abelhas são responsáveis pela polinização de 30% das espécies da Caatinga, Pantanal e até 90% das espécies da Mata Atlântica. Através da Melipolicultura é possível que a comunidade dessas abelhas em decadência possa se reerguer. Além disso boa parte da flora de todos os biomas brasileiros depende das abelhas para existir, visto que elas garantem a propagação de diversos tipos de vegetação através da polinização.

Dia 14 de Março: Dia Nacional dos Animais

O dia de hoje é importante para lembrar e valorizar o bem-estar animal, ou seja, o direito que os animais possuem de uma vida saudável e livre de estresses.
Para indústrias que produzem derivados ou que lidam de alguma forma com animais é necessário que possuam certificação comprovando que seguem corretamente os padrões de bem-estar animal, um exemplo é a Certified Humane.

QUAL A MELHOR EMBALAGEM PARA MEU PRODUTO?

Você produziu um bolo de cenoura com cobertura de chocolate para comercializar em supermercados, e agora você precisa escolher uma embalagem para ele. E agora? Como escolher com tantas opções no mercado? Esse post tem dicas de como o consumidor escolher a embalagem pensando em garantir a qualidade e segurança dos alimentos.

MeaTech desenvolve carne cultivada com tecnologia de impressão 3D integrada

Como é realizado o desenvolvimento dessa carne cultivada?
Primeiramente é realizado o isolamento de células-tronco bovinas de amostras de tecidos, depois são multiplicadas até alcançar massa celular suficiente. Essas células são formuladas em bio-tintas compatíveis com a bioimpressora 3D da MeaTech. O produto impresso é incubado para maturar e as células-tronco impressas são diferenciadas em células de gordura e musculares que se desenvolveram em tecido adiposo e muscular, respectivamente, formando o bife MeaTech com peso líquido em torno de 110g.

Bioplástico obtido a partir de casca de camarão

Aurora extraiu a quitina da casca do camarão, após estudar a composição. Este é carboidrato encontrado em conchas de crustáceos, como: lagosta, camarão e caranguejo, além de alguns insetos. Posteriormente combinou a quitina com a fibroína, proteína insolúvel que compõe os bichos-da-seda e fez processamento químico que resultou no protótipo do bioplástico com as características de ser flexível, durável, insolúvel e transparente.

Começar uma nova tradição

O Natal é tradicionalmente uma comemoração cercada de memória afetiva, principalmente em relação aos alimentos. Desde crianças estamos acostumados a consumir produtos característicos dessa época do ano, dentre eles alguns produtos cárneos, como: lombo, leitão e aves assadas.

Diversos estudos revelam impactos negativos da alimentação de origem animal – exemplo: a produção de carne bovina provoca emissão de gases efeito estufa, consome muita água e provoca degradação de florestas e de seus biomas, contribuindo para a mudança climática. Há também os impactos negativos para a agricultura familiar e comunidades indígenas e de quilombolas.

Por conta desse cenário e de outros fatores menos técnicos e mais filosóficos temos cada vez mais pessoas aderindo a movimentos vegetarianos, flexitarianos e outros.

Um desses outros movimentos é o Meatless  Monday que prega que pelo menos um dia por semana não se consuma carne. Embora pareça pouco, veja o impacto potencial dessa ação no infográfico da Sociedade Vegetariana Brasileira que ilustra esse post.

Figura 1: Infográfico da Sociedade Vegetariana Brasileira – Impacto ambiental positivo da redução de consumo de carne.

Os veganos vão além – o termo foi criado em 1944, pelo fundador da The Vegan Society, Donal Watson – sua ideia central é excluir todas as formas de exploração e crueldade animal, e não consumir também laticínios, ovos, carnes, peixe, aves e mel. Os defensores do veganismo se abstêm ainda do uso de cosméticos, roupas, produtos de limpeza, higiene pessoal, serviços e qualquer atividade que use insumos que impliquem em crueldade animal em qualquer etapa da produção. Alguns autores atribuem-lhes a conotação de radicalismo, uma vez ao pé da letra, uma série de produtos que trazem inúmeros benefícios à humanidade e à nossa saúde não poderiam ser consumidos, como inúmeros fármacos que ainda não se consegue testar sem o uso de animais.

Mas se você partilhar dessas preocupações e quiser evitar o consumo de animais nas festas de final de ano você pode optar pelos alimentos chamados plant based.

PLANT BASED

O termo “plant based” foi originalmente apresentado na década de 1980, pelo Dr. T. Colin Campbell. Na época, foi usado para definir dietas com alto teor de fibras vegetais e baixo teor de gorduras. O foco era enaltecer os benefícios para a saúde, diminuindo o consumo de produtos de origem animal, sem se apegar a valores éticos e morais das dietas veganas.

O termo plant based é adotado pela indústria para se referir a produtos alimentícios à base de vegetais, não necessariamente integrais e naturais. O principal motivo é  agradar uma base mais ampla de consumidores que não consomem produtos de origem animal, ou que reduziram o consumo e que não necessariamente são veganos.  

Produtos natalinos plant-based

Se você gosta da ideia do plant-based, o mercado já dispõe de diversas opções de produtos tipicamente natalinos nessas versões –  ilustramos esse post com alguns deles.

Os disponíveis no Brasil:

  • Lombo de jaca verde com temperos – marca Fazenda Burin
  • Bacalhau Incrível, marca Seara
  • Tiras de frango, Verdali

Os disponíveis nos Estados Unidos:

  • Vegan whole turkey, marca Vegetarian Plus

Produto em formato de Peru, com cavidade para recheio.

  • Ham Style Roast, da Tofurky – Tender com sabor defumado e caramelizado.

Autor: Maria Isabel Raya – Assistente em Cultura de Segurança de Alimentos na Food Design

Mini CV:
Especialista em Logística e Supply Chain – Unimais
Green Belt – Lean Six Sigma
Bacharel em Engenharia de Alimentos – UFRRJ

Fontes:

https://solucionaria.com.br/2020/12/21/nova-onda-de-produtos-plant-based-natal-sem-peru-e-possivel-sim/

Ceia de Natal: Milhões de animais mortos para a festa natalina – Perita Vegana

https://www.nomoo.com.br/

Já é possível comprar produtos Tofurky® de qualquer lugar do Brasil (vista-se.com.br)

Tiras de Frango Verdali – 230g – Unaveg

http://www.fazendaburin.com.br/

https://www.svb.org.br/vegetarianismo1/meio-ambiente

IRSFD – Comemora Dia Mundial do Macarrão

As massas alimentícias podem ser definidas como  produtos obtidos da farinha de trigo (Triticum aestivum L. e ou de outras espécies do gênero Triticum) e ou derivados de trigo durum (Triticum durum L.) e ou derivados de outros cereais, leguminosas, raízes e ou tubérculos, resultantes do processo de empasto e amassamento mecânico, sem fermentação segundo a Resolução da ANVISA nº263 de 22 de setembro de 2005. Nela é definido também a classificação dos produtos em: secos, frescos, pré-cozidos, instantâneos ou prontos para o consumo, em diferentes formatos e recheios. A massa alimentícia, quando obtida, exclusivamente, de farinha de trigo (gênero Triticum) pode ser designada de “Macarrão”.

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